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Mostrando postagens de março, 2025

LIVRO ENTRE PALAVRAS E SILÊNCIOS - A EDIÇÃO FÍSICA TRAZ NOVOS CAMINHOS POÉTICOS

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DISPONÍVEL:  ENTRE PALAVRAS E SILÊNCIOS A literatura é um refúgio para os sentimentos que transbordam e, ao mesmo tempo, para aqueles que insistem em se esconder nas entrelinhas da vida. "Entre Palavras e Silêncios" já nasceu como um livro carregado de emoções e agora, na edição física, ele ganha ainda mais profundidade com dois novos capítulos inéditos! Se você já se encantou com a versão digital, vai se surpreender com essa nova edição, onde os versos se expandem, trazendo reflexões ainda mais intensas sobre amor, memórias, saudade e recomeços. O que esperar dessa nova versão? ✨ Dois capítulos inéditos. Uma extensão natural do universo poético do livro, oferecendo novas camadas de interpretação e sentimentos. ✨ Um mergulho mais profundo. Mais palavras, mais silêncios, mais nuances da vida capturadas em versos. ✨ A experiência tátil da poesia. Sentir as páginas, sublinhar os trechos que tocam a alma, levar consigo as palavras para onde quiser. Essa versão física não é apenas...

EBOOK ENTRE PALAVRAS E SILÊNCIOS: DISPONÍVEL NA AMAZON

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 E ntre Palavras e Silêncios: Versos que Ecoam na Alma A poesia pode tocar o mais profundo da alma, revelando sentimentos que, muitas vezes, não conseguimos expressar. Meu livro Entre Palavras e Silêncios é um convite para essa jornada, onde as palavras se tornam refúgio, espelho e guia. ✨ Trechos Selecionados: 💫 Entre Suspiros "Entre suspiros e olhares, O amor dança em segredo, Nas linhas de versos suaves, Desliza sem medo." 🌙 Noites de Setembro "Sob a lua de setembro, Dois corações se encontram, Na leveza de um momento, Os sonhos se desencontram." 🖤 Sussurros na Escuridão "Na escuridão que envolve, Ouço sussurros sem fim, Vozes que o tempo devolve, Em um canto de marfim." 🌻 Florescer no Caos "Mesmo no caos da vida, Há flores que se abrem, Em meio à luta sofrida, São elas que nos cabem." 🔮 Abismo de Silêncio "Olho ao fundo do abismo, E o silêncio é o que vejo, Um espaço sem batismo, Onde repousa o desejo." Cada poema é um fragment...

CONTO: O SILÊNCIO QUE GRITAVA DENTRO DELA

 C ONTO: O SILÊNCIO QUE GRITAVA DENTRO DELA  Marta nunca foi de muitas palavras. Desde pequena, sua mãe dizia que ela tinha “alma de silêncio”. Preferia observar do que participar, sentir do que dizer. Mas ninguém sabia que dentro dela havia uma tempestade, um mar revolto de palavras que nunca foram ditas. Na infância, aprendeu que falar demais era perigoso. “Criança quieta vive mais”, repetia sua avó, e Marta acreditava. Engoliu choros, sufocou gritos, calou segredos. O tempo passou, e ela se tornou adulta carregando o peso das palavras que nunca saíram. Até que um dia, algo mudou. Foi numa manhã de abril, quando encontrou um caderno velho entre os livros esquecidos na estante da sala. Folheou as páginas e, como se alguém guiava sua mão, começou a escrever. No começo, timidamente. Depois, como se as palavras estivessem presas há anos e, agora, precisassem escapar. “Sinto falta da menina que fui. Aquela que sonhava sem medo. Aquela que queria ser escritora, mas teve medo de nã...

QUEM SOU EU?

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 QUEM SOU EU? Sou Ana Luclécia da Silva Santos, uma contadora de histórias, tecelã de memórias e exploradora incansável das palavras. Nascida no sertão alagoano, carrego em minha escrita a força da oralidade e o pulsar da memória, transformando sentimentos e vivências em poesia e reflexão. Autora dos livros Entre Palavras e Silêncios (2024) e Ecos dos Desejos (2024, a ser lançado), transito entre o lirismo delicado e a intensidade do desejo, escrevendo sobre amor, introspecção e os mistérios que habitam o humano. Cada verso e cada linha que escrevo são convites para mergulhar em emoções profundas e histórias que ecoam em nós. Tenho um olhar atento para a oralidade, a memória e as narrativas que resistem ao tempo. Além da literatura, estou expandindo minha escrita para a redação, revisão e produção de conteúdos técnicos e educacionais, visando transformar palavras em pontes para o conhecimento e a conexão. Recentemente, minha poesia cruzou novas fronteiras no I Concurso Petrobras Ca...

Poesias

Destino Escrito Te vi na esquina de um sonho qualquer, sorriso leve, olhar de verão. O tempo parou sem nenhum porquê, mas no peito bateu a canção. Teus passos guiavam meu rumo incerto, como se o mundo soubesse o final. Tão perto de mim, mas longe, disperso, fomos pedaços de um bem e um mal. Se o destino nos quis, por que fugimos? Talvez a vida precise ensinar, que o amor verdadeiro, quando o sentimos, não há tempestade que possa apagar. E se um dia, por obra do acaso, nos olhos teus eu me encontrar, juro que apago os traços do atraso e deixo a história recomeçar. Noite de Ausência A lua brilha, mas nada ilumina, pois falta o brilho do teu olhar. A noite é fria, vazia e ferina, saudade insiste em me sufocar. O tempo passa e me arrasta com ele, mas tua ausência não deixa seguir. Nos corredores escuros da pele, há rastros teus a me consumir. As velhas cartas que nunca enviaste são folhas soltas que o vento levou. E as tantas preces que um dia rezaste são ecos mudos do que já findou. Se um...

Poesias- Caminhos do Destino: Entre Encontros, Saudade e Recomeços

Caminhos do Destino: Entre Encontros, Saudade e Recomeços O destino tem suas próprias regras. Às vezes, une almas que jamais imaginaram se encontrar. Outras, separa quem parecia inseparável. Mas em cada curva, em cada despedida, em cada cicatriz deixada pelo tempo, há uma história pulsando, querendo ser contada. Nestes versos, exploro os fios invisíveis que nos conectam: o amor que nasce do acaso, a saudade que queima na ausência, o desejo que resiste às tempestades e as marcas que o tempo nos ensina a carregar. Porque, no fim, todos somos viajantes nos caminhos imprevisíveis do destino. Que cada poema ecoe em você como um sussurro do tempo, um abraço do passado ou um convite para recomeçar. Boa leitura !

CRÔNICA- O TEMPO ENTRE SILÊNCIOS E GRITOS

CRÔNICA- O TEMPO ENTRE SILÊNCIOS E GRITOS   Outro dia, sentei para conversar com o tempo. Queria entender por que ele corre tão depressa quando estou feliz e se arrasta quando a saudade pesa. Ele, sempre metido a poeta, me respondeu com um sorriso torto: “É que sou feito de instantes, e cada um me sente de um jeito.” Fiquei pensando nisso enquanto via uma senhora na praça segurando as mãos enrugadas, talvez contando as histórias que já não cabem na memória. Ou no menino que esperava ansioso pelo sorvete que derretia antes mesmo da primeira lambida. O tempo ali, silencioso, observando tudo, sem pressa, sem avisar que, de repente, vai nos roubar momentos sem devolução. Vivemos tentando domá-lo. Queremos adiantá-lo nas dores, segurá-lo nos amores e congelá-lo nos dias em que tudo faz sentido. Mas ele escapa, se esconde nos detalhes que ignoramos, nos abraços que deixamos para depois, nos sorrisos que não percebemos serem os últimos. Então, talvez, a única forma de driblar esse tempo d...